Arcanos e olhares – Emanuel

Frente à excelente iniciativa do Arierom, que nos reuniu no Facebook no grupo Tarologistas – apesar de conversar, anteriormente, com a maioria dos convidados para essa blogagem coletiva, está sendo incrível conhecer outros olhares e ter a possibilidade de ver essas possibilidades sendo postas frente a frente, praticamente em tempo real. E, vendo o quão diferentes são os olhares, mas o quão complementares também o são, tive a ideia de apresentar o trabalho de 22 autores, seus respectivos blogs e contatos, para os leitores doConversas Cartomânticas, ao mesmo tempo em que, ao fim das apresentações, teremos um estudo com 22 olhares diferentes sobre o mesmo tema. Não é a ideia contrapor olhares, senão teriamos todo mundo olhando o mesmo Arcano. A ideia é a complementaridade dos estudos, focados sobre o mesmo objeto. De uma forma lúdica, claro!

Continue lendo e acompanhe o projeto do Emanuel no: Conversas Cartomânticas

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Origens do Tarô – Alexsander Lepletier

A exata origem do Tarô permanece um mistério até hoje, apesar de seus 600 anos de história registrada. Já foi atribuída há vários povos antigos como egípcios, hebreus, ciganos, chineses, hindus mesmo que tenha sido criado para servir a diversão dos nobres.

Uma teoria muito popularizada durante o século XVIII e que chegou até o século XX, foi de que o Tarô surgiu no Egipto, onde seus sacerdotes, ao anteverem a queda da civilização, decidiram criar um meio de perpetuar seus conhecimentos, criando assim, um sistema simbólico e transformando-o num jogo, uma vez que no homem, o vício é mais absorvido que a virtude, garantindo assim sua sobrevivência através dos tempos.

Continue lendo: Caminhos do Tarô

Tarô: mas afinal, o que é isto? – Anita La Fey

Olá, internauta!
Aposto que você já ouviu esta palavra em algum lugar antes de chegar até este blog… mas o que será que é isso? Um jogo de baralho? Um método de adivinhação?

O Tarô é um oráculo, uma ferramenta para aconselhamento. Sem rodeios, uma forma de auto-conhecimento e de previsão – mas não é àquela coisa que promete amor de volta em 3 dias, ou de “olha, vai aparecer seu príncipe daqui a um mês, loiro e num cavalo alado(???)”, mas vai além, traçando perspectivas a respeito de determinado assunto, verificando a concretização – ou não – de projetos, analisando como andam vários campos de sua vida, etc…

Continue lendo no: Blog da Anita

Valentim Tomberg – Constantino Riemma

Valentin Arnoldevitch Tomberg  nasceu em 11 de março de 1900 (27 de fevereiro pelo antigo calendário juliano) em São Petersburgo, Rússia. Seus pais eram luteranos, a mãe uma devota russa e, o pai, um cético originário dos Bálcãs. Ainda adolescente mergulhou na Teosofia e nas práticas místicas da Igreja Ortodoxa. Em 1917 foi iniciado no Martinismo por G. O. Mebes. Também descobriu, nesse período, a obra de Rudolf Steiner.

Continue lendo no: Clube do Tarô

Para pensar – Nei Naiff

Tarô, caminho do destino

Convenhamos, é fascinante olhar as imagens do tarô e desvendar os mistérios da vida. Ele possui uma estrutura simbólica tão peculiar (com múltiplas correntes de pensamento) que muitas vezes nem nos lembramos que ele faz parte da cartomancia.

Continue lendo no: Academia Virtual de Autoconhecimento

O Tarot – Rivadavia

O tarot é uma ferramenta que pode ser utilizada para o autoconhecimento ou para o conhecimento do futuro. Via de regra, ele é mais procurado para sondar as perspectivas de futuro, já que o passado a pessoa já conhece e o presente ela está vivendo.

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Egito ou Europa? – Nadia Greco

Os símbolos egípcios

Que são os símbolos egípcios e porquê se afirma que o tarô teria chegado até os dias atuais através do antigo egito? Porque escolheu-se o Egito e não a Índia ou a China ou outros lugares tidos como também exóticos como a pátria do tarô? O Egito foi uma incógnita por séculos, seguindo desconhecido após a fim da dinastia Ptolomaica e princípio do domínio pelo Império Romano – seguiu desconhecido e um mistério para os viajantes que passavam pelo Egito e viam em todos aqueles símbolos gravados nas estátuas e nos templos  sinais de algo oculto e fantástico. Aqueles sinais e símbolos seguiram em silêncio por séculos até que Napoleão resolveu invadir o Egito em 1798 e levou estudiosos como Champollion e Rossellini entre outros para decifrarem os hieróglifos e estudarem a arte egípcia.

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O que é Tarô – Constantino Riemma

O tarot ou os arcanos maiores e menores, o baralho ou cartas de jogar, os naipes e os trunfos, consistem numa única e mesma coisa. Trata-se de um jogo de 78 cartas, que aparece na segunda metade do século 14, na Europa cristã, com iconografia cristã. Tudo indica que ganhou a forma que hoje conhecemos pelas mãos das escolas e corporações que construiram as grandes catedrais, suas imagens e vitrais.

Continue lendo: Clube do Tarô

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